
Galerias Lafayette
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
Lojas para todos os gostos
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
Olympia
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal


La Bibliothéque François Mitterand
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
La Bastille
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
La Seine
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
La Concorde
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
La Madeleine
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
L'Opera
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
La Seine
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
Notre Dâme
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
La Seine
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
Champs Elysées
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
Tour Eiffel
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal
Olympia
(Paris, Agosto 2010)
© Miguel Portugal

“Veleiro com três gaivotas”
(Algar Seco, Julho 2010)
© Miguel Portugal
“Gaivota”
(Algar Seco, Julho 2010)
© Miguel Portugal
“Jump”
(Algar Seco, Julho 2010)
© Miguel Portugal
“Falésia dourada”
(Praia da Coelha, Julho 2010)
© Miguel Portugal
“Árvore translúcida”
(Praia do Carvoeiro, Julho 2010)
© Miguel Portugal



A esmagadora maioria dos accionistas da PT votou favoravelmente diante da choruda oferta da telefónica pela Vivo. José Sócrates fez accionar a “bomba atómica”: o Estado impediu, através da sua “golden share”, o negócio. Sócrates alega "interesse nacional", para esta interferência, no mínimo discutível, no mercado. Se bem que a Vivo representa cerca de 40% das receitas da PT, também é relevante o facto deste encaixe financeiro poder resolver o problema das dívidas da PT e o problema da grande dificuldade de acesso ao crédito por falta de liquidez dos bancos.
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… de Pedro González Calero, A Filosofia com Humor. Um percurso pela história do pensamento nos ditos dos grandes filósofos, trad. port. de Pedro Vidal (Lisboa: Planeta Manuscrito, 2009), uma fresca resenha de pequenas histórias humorísticas dos e sobre os filósofos ao longo da história, em que o autor nos mostra como a filosofia não é necessariamente entediante e pode até ser o humor dos filósofos uma oportunidade de pensar os temas mais sérios.
A morte de um génio, neste caso da literatura, é sempre a morte de alguém especial. Um escritor é, enquanto artista, criador, alguém que personifica a rara grandeza do ser humano. Um escritor é, por isso, especial -- um membro destacado da espécie.
No passado dia 6 de Maio, em Paris, decorreu uma conferência na Fundação para a Parentalidade e a Prevenção, organizada pela Missão para a Luta contra a Droga e a Toxicodependência (MILDT), em que o filósofo Dominique Youf discutiu o problema da autoridade parental. Youf, Director de Pesquisa da Escola Nacional de Tutela Jurisdicional dos Jovens, começou por apresentou uma história da autoridade parental. Antes, a família era hierarquizada, com base na natureza ou nos mandamentos divinos. Para ilustrar esse modelo, Dominique Youf referiu-se à distinção entre sociedade nacional e sociedade política, que Aristóteles faz na sua Política (I, 7): «A administração de uma casa é uma monarquia (a família ainda está sob a autoridade), enquanto o poder político em si é um governo de homens livres e iguais.» Este poder paternal dominou por muito tempo o pensamento ocidental em termos de autoridade paternal , da lei romana ao Código de Napoleão, por exemplo.
Para os alunos com mais de 15 anos, que se encontrem no 8.º ano de escolaridade, foi dada a possibilidade, pelo ME, de se autoproporem, com consentimento dos encarregados de educação, aos exames nacionais do 9.º ano de Português e Matemática e a provas de equivalência à frequência efectuadas pelas escolas às restantes disciplinas do curriculum do 9.º ano. Se passarem nos exames, passam directamente para o 10.º ano de escolaridade. (Veja-se notícia no jornal i).