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Além de Michael Nyman, Philip Glass ou Terry Reily, Steve Reich é um dos expoentes do minimalismo, corrente musical que nasceu no movimento de vanguarda dos anos sessenta e setenta, e é também ainda hoje um dos seus mais convictos defensores como música original e com maior presença na cena concertante erudita contemporânea, dada a sua consciente e assumida abertura e influência na música popular, como o Pop/rock ou o Jazz. Reich não hesita em relativizar o valor artístico das aventuras dodecafonistas de Schöenberg e o serialismo de Boulez e em reafirmar, como o fez recentemente ao Público, que «o minimalismo foi a corrente mais importante dos últimos 50 anos».
1 comentário:
Fui vê-lo à casa da musica em 2006, impressionante ver 18 musicos em palco a trocarem constantemente de instrumentos. Com a idade que já conta é um tesouro que venha cá este senhor.
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