segunda-feira, 29 de junho de 2009

"Errar habitual é"!

Mais um erro nos exames nacionais do ensino secundário, desta feita no exame de Geografia, para alunos do 11.º ou 12.º anos de escolaridade. Entre erros, lapsos e gafes, já lá vão quatro. Mas diferentemente daqueles ocorridos nas provas de Biologia e Geologia, História e Física e Química, este é bem mais grave, uma vez que tem repercussões na correcção da prova.
.
Não só os exames não são, como deveriam ser, elaborados com o intuito de servirem como rigorosos instrumentos de avaliação de alunos e do próprio sistema, como ainda têm que conter erros, cuja natureza não tem justificação. Se a preocupação geral do governo não fossem as estatísticas talvez houvesse disponibilidade, atenção e energias para o essencial.
.
Sempre se poderia afirmar, como se afirma a propósito de toda e qualquer actividade humana, errare humanum est. Mas, neste caso da educação, melhor deveríamos dizer "errar habitual é"!

Sem comentários: